quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009

PARA VOCÊS

terça-feira, 22 de Dezembro de 2009

SÓ PORQUE ME APETECE (6)

A Si, neste seu post, pediu aos blogovizinhos que lhe enviassem enfeites de Natal para se fazer a Árvore de Natal do blogobairro.
Com os fornecimentos dos vizinhos, e depois de a Si ter tido uma grande trabalheira a decorar a Árvore gigante fornecida pela PresidentA do blogobairro, dia 21 foi colocada à porta da casa onde mora a Si.
Para os que não sabem, não querem, ou não têm tempo de  seguir a estrela, aqui estou eu a mostrar urbi et orbi a Árvore de Natal do Blogobairro.

Está ou não está linda?



Se vos apetecer, entretenham-se a descobrir quais as decorações por mim fornecidas, todas elas pertencentes à decoração natalícia da minha casa real.

Depois farei um post com as decorações enviadas.

Festas Felizes para todos.

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sábado, 19 de Dezembro de 2009

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sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

PROBLEMAS DE EXPRESSÃO

Ligavam muito a títulos, pelo que puseram um apóstrofe no apelido do namorado da filha, um sujeito sem predicado algum, levando a que ele, em discurso directo, colocasse, sem reticências, um ponto final na relação.

quarta-feira, 16 de Dezembro de 2009

NÃO CUSTA NADA COMEÇAR UMA EMPRESA...

custa muito, mas mesmo muito, fechar uma empresa como deve ser, com tudo legal, sem dever nada a ninguém.
Tenho um patrão que é exemplar.
Não sabem quão triste é estar, neste momento, a rasgar e destruir mais de 20 anos de trabalho. 
À medida que vou pegando nos papéis e objectos a destruir vêm-me à memória tantos dias felizes, de ex-colegas que, em várias alturas se foram. Custou-lhes, é um facto, mas não ficaram para ver o fim da empresa de onde sairam. Pego nas fichas pessoais deles, com fotos; lembro-me de almoços, jantares, rallys-papers, convívios de Natal, aniversários da empresa, tantas coisas.  Restei eu, apenas.  Acreditem, é pior para quem fecha a porta ... neste caso Eu.

DDN

Diz que é um dia consagrado em lei.

Diz que é um dia que visa sensibilizar os jovens para a temática.
Diz que é um dia distinto e marcante para a sua formação enquanto cidadão.
Diz que nos termos da lei em vigor, se encontra convocado.
Diz que as acções de informação e divulgação vão proporcionar-lhe a oportunidade de partilhar a experiência de profissionais das Forçar Armadas.
Diz que no final ficará a saber como se tem garantido e continuará a garantir a Segurança do nosso País.
Diz que ser-lhe-á assegurada alimentação e transporte;
Diz que a eventual falta laboral ou académica será justificada.
Diz que é o:

DIA DA DEFESA NACIONAL


Está sim? É da tropa?
Hoje o meu filho mais novo foi lá ver como era para contar como foi.
7H50 deveria estar em frente da Câmara Municipal de Oeiras.
Quando por lá passei, às 7H40, deparei-me com uma vintena de miúdos de 18 anos, encostados à parede da Câmara Municipal como se aguardassem o pelotão de fuzilamento.
Não vi meninas.
De fronte 2 autocarros perfilavam-se, lado a lado, à espera de os transportar até ao Alfeite.


Diz que é um dia perdido -quando ele tinha tanto a ganhar indo para a Universidade- e que mais vale jogar à Batalha Naval.
Diz que é uma carta mal escrita em que o assunto vem antes do destinatário.

terça-feira, 15 de Dezembro de 2009


PENSAMENTOS PARA O LIXO DE NATAL AO PEQUENO-ALMOÇO



Será que o pessoal da camioneta da recolha do lixo do meu bairro também contribui com dinheiro ou garrafas de vinho (foi o que a pessoa da camioneta da recolha de lixo me pediu em alternativa ao dinheiro) para o pessoal da camioneta da recolha do lixo do bairro deles?

segunda-feira, 14 de Dezembro de 2009

CAL & NADAS {21}



DSC00610
Marvão

domingo, 13 de Dezembro de 2009

O AUTOMÓVEL IA DESAPARECENDO

Eu explico como foi (disse o homem triste que estava com uma cara alegre), eu explico como foi...

Quando tenho um automóvel, limpo. Limpo-o por diversas razões: para me divertir, para fazer exercícios, para ele não ficar sujo.

O ano passado comprei um carro muito azul. Também limpava esse carro. Mas, cada vez que o limpava, ele teimava em se ir embora. O azul ia empalidecendo, e eu e a camurça é que ficávamos azuis. Não riam... A camurça ficava realmente azul: o meu carro ia passando para camurça. Afinal, penei, não estou limpando este carro: estou-o desfazendo.

Antes de acabar um ano, o meu carro estava metal puro: não era um carro, era uma anemia. O azul tinha passado para a camurça. Mas eu não achava graça a essa transfusão de sangue azul.

Vi que tinha de pintar o carro de novo.

Foi então que decdi orientar-me um pouco sobre esta questão dos esmaltes. Um carro pode ser muito bonito, mas, se o esmalte com que está pntado tiver tendências para a emigração, o carro poderá servir, mas a pintura é que não serve. A pintura deve estar pegada, como o cabelo, e não sujeita a uma liberdade repentina, como um chinó. Ora o meu carro tinha um esmalte chinó, que saía quando se empurrava.

Pensei eu: quem será o amigo mais apto a servir-me de empenho para um esmalte respeitável? Lembrei-me que devia ser o Bastos, lavador de automóveis com uma Caneças de duas portas nas Avenidas Novas. Ele passa a vida a esfregar automóveis, e deve portanto saber o que vale a pena esfregar.

Procurei-o e disse-lhe: "Bastos amigo, quero pintar o meu carro de gente. Quero pintá-lo de uma esmalte que fique lá, com um esmalte fiel e indivorciável. Com que esmalte é que o hei-de pintar?"

"Com BERRYLOID", respondeu o Bastos, "e só uma criatura muito ignorante é que tem necessidade de me vir aqui maçar com uma pergunta a que responderia do mesmo modo o primeiro chauffeur que soubesse a diferença entre um automóvel e uma lata de sardinhas".

"Perfeitamente..."

"Com que é que você quer pintar um carro", continuou o Bastos sem me ligar importância, "senão com um esmalte que seja ao mesmo tempo brilhante e permanente? E, ainda por cima, fácil de aplicar... Isto do fácil de aplicar é comigo, mas é uma virtude, e as virtudes citam-se... Vá-se embora!..."

"Bom...", disse eu.

"Isto de esmaltes de nitrocelulose", prosseguiu o Bastos, dando-me um encontrão, "não é um assunto de mercearia a retalho. Tem uma coisa maçadora a que se chama ciência. Sabe o que é? Mas é maçadora para quem prepara as coisas; para nós, que as recebemos preparadas para as aplicarmos, é um alívio e uma alegria. Este BERRYLOID é o produto de longos cuidados feito no primeiro laboratório de tintas, lacas e vernizes. Percebeu? Não é o primeiro produto do género que apareceu, porque o ser primeiro está bem se se trata de estar numa bicha, mas não se se trata de tintas ou de coisas que metem estudo e provas. Não nas tintas e na prática, a última palavra é que é a primeira".

Meu caro Bastos...", disse eu.

"Só BERRYLOID", respondeu o Bastos, virando-me as costas.

"Eu queria agradecer...", prossegui.

"Traga o carro", disse o Bastos.

Levei-lhe o carro e ele pintou-o a BERRYLOID. E não há camurça, nem chuva, nem poeira da pior estrada, que consiga envergonhar esse esmate de aço. Sim: o Bastos tratou-me mal, mas tratou bem a verdade. Não há nada como o BERRYLOID.

... Tanto assim que, quando comprei o meu segundo carro, tratei logo de saber se ele vinha já pintado a BERRYLOID. Ele aí está na base da página e no fim a minha história. Passa-se a camurça, mas é preciso usar óculos fumados: o brilho deslumbra. E, o que é mais, deslumbrará, porque dura.

A minha camurça dura eternamente. O que se tem gasto muito são os óculos fumados; e os elogios dos amigos que vêem os meus carros pintados a BERRYLOID.

Fernando Pessoa in "Contos, Fábulas e outras Ficções"
Este foi o texto escrito por FP para a campanha publicitária de uma marca de tintas para automóvel.

sábado, 12 de Dezembro de 2009

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toys-r-us

sexta-feira, 11 de Dezembro de 2009

OFFICE JET

Para as empresas as pessoas não são mais que recursos humanos. Até têm um departamento específico que os gere.

quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009

SOPA DE LETRAS PORTUGUESAS#1


Não venhas tarde (estão sempre a tempo de carregarem no link)

Não vieste tarde?!!!
Disse-lhe eu de fininho
sem nunca fazer alarde
do que tinha escondidinho
Não vieste tarde?!!!
Podes crer que de hoje não passa
E antes que se fizesse mais tarde
Dei-lhe com o rolo da massa.

Tu sabes bem
que eu não sou de me ficar,
o que é uma qualidade também,
Por não te saberes controlar
estás neste momento ouvindo
uns galos no toutiço
Mas sabes? -digo-te rindo-
existe pior do que isso!


Não vieste tarde?!!!
Digo-lhe apagando o lume
enquanto a comida arrefece
fecha os olhos num deslumbre
"É bacalhau com feijão frade"
Diz-me olhando a panela
"Isso é para quem virá mais tarde"
"Para ti é galo de cabidela!"

Com alegria
Vi que ficaste com medo
Que eu te dissesse "mais valia
que não tivesses vindo cedo".
Por ironia
Pois o último milho é dos pardais
No dia que chegaste cedo
Vieste tarde demais.

O que se terá escrito por aqui com o mote "Não venhas tarde"?

quarta-feira, 9 de Dezembro de 2009

AMANHÃ...

Serve-se sopa quentinha, à ceia, aqui e ali.

Não venhas tarde!

PARABÉNS, PATTI


segundos...
minutos...
horas...
dias...
anos...
Parabéns por existires e teres entrado na minha vida;
que nela perdures até ao fim dos meus
anos...
dias...
horas...
minutos...
segundos...

terça-feira, 8 de Dezembro de 2009

CONHEÇAM A TERRA DO(S) MEU(S) PAI(S) - 13


Dia de Mercado em  Mapuçá

O Reino de Sundém e as suas relações com Goa/4
Quanto aos soberanos de Sundém com residência em Goa (em Goalim-Moulá de 1764 a 1774 e em Bandorá a partir de então) J.A. Ismael Gracias dá-nos a seguinte sucessão até 1898, ano em que deu à estampa Casa de Sunda (um dos anexos do volume I da HISTÓRIA DE GOA de M.J. Gabriel Saldanha), escrita que começa po: "Era antiquíssimo o reino de Sunda ou Sundém, constituido por uma extensa parte do antigo Bisnagar, tendo dois terços do seu território, a leste e oeste de cordilheira dos Gates, no Canará do Sul...":
* Savai Immodi Sadassiva: de 23.01.1764 (data em que se acolheu a Goa) a 10.02.1775 (data do falecimento).
* Savai Bassava Linga Rajendra, casado com Razanoji, princesa de Corga cujo pai foi nomeado primeiro adikari o palácio e tutor do rei: 10.02.1775 a 15.02.1834 (data em que faleceu).
* Sadassiva Ragendra, seu filho mais velho, casado com Deomaji: de 14.03.1834  a 26.08.1834 (data em que faleceu).  Deixou apenas uma filha legítima, Chinamoji, pelo que foi sucedido pelo irmão.
* Vir Ragendra (irmão do anterior), casado com Razamoji, princesa de Belgai, a qual pela homonimia com a sogra passou a chamar-se Razamoji Junior: de 23.10.1834 até ao seu falecimento em 08.09.1836.  Não tendo descendência masculina, o casal adoptou "na forma dos usos e costumes hindus" um filho de Gontepá Goudda, de Indore, chamado Callama Goudda, que depois da cerimónia de adopção tomou o nome que mais adiante se indica.
("A morte do rei Vir Ragendra", diz Gracias, "foi o ponto de partida para graves dissençõesventre as três rainhas viúvas.  Razanoji sénior, Deomaji e Razanoji júnior, seja quanto à administação dos bens familiares e subsídio do Estado, seja quanto à legalidade e legitimidade da adopção, que após laboriosos esforços foi confirmada por sentença de 3 de Abril de 1846 e acórdão da Relação, de 4 de Setembro de 1857".  Deomaji faleceu 18.02.1837, Razanaji sénior em ?.12.1848 e Razanaji júnior aos 24.02.1857).
* Savay Bassava Linga Ragendra (ex-Cullana Goudda), filho adoptivo de Vir Ragendra, casado com Nongén Magi, filha do Rajá Sungutur Smodi Xencôr Rael Esvonta Bahadur, do principado de Panganur, e da princesa Chinamoji (filha - ver cima - de Sadassiva Regendra): podemos situar o início do seu reinado em Abril de 1846 (data da sentença confirmativa da legalidade da sua adopção).  Faleceu em Janeiro de 1860, deixando um filho menor de 4 anos.
* Nongém Magi, princesa regente: de Janeiro de 1860 até à sua morte em 27.11.1862, altura em que o trono ficou vago durante cerca de 7 anos, até o seu filho vir a ser reconhecido pelo Governo do Estado da Índia "como legítimo representante e sucessor dos direitos e bens da casa de Sundém".
* Savay Vir Sadassiva Vodder Raja Bahadur, nascido em 1856, filho do rei anterior e da primeira regente, casado com sua prima (filha do já referido rei de Panganur, seu tio materno): desde 12.06.1869, data do seu reconhecimento.  Reinava ainda no final daquele século XIX.
Diz Ismael Gracias que "na calamitosa quadra de 1895" (revolta dos cipais de Pangim e dos Ranes) este último "rei de Sundém foi julgado, em 4 de Dezembro, rebelde, por não ter comparecido no prazo marcado aos mercenários do Estado, mandando-se reverter à fazenda os bens que ele possuia e cessar-lhe o pagamento da pensão" (que nessa altura era de Rs. 5.661.11,00 - Cinco mil seiscentas e sessenta e um rupias e onze tangas); e continua: "Desanuviado o horizonte político, foi declarada sem efeito a nota de rebeldia e a reversão dos bens; mais tarde obteve o rei de Sundém os abonos a que tinha direito, e continua a receber o subsídio fixado".

segunda-feira, 7 de Dezembro de 2009

SÓ PORQUE ME APETECE (5) OU SEM COMENTÁRIOS [MEUS] #6

domingo, 6 de Dezembro de 2009

maGIcais #13


Em águas calmas
e profundas
mantemo-nos à tona!

sábado, 5 de Dezembro de 2009

FORÇA DE EXPRESSÃO


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sexta-feira, 4 de Dezembro de 2009

EU HOJE SENTO-ME ASSIM...


e quando assim me sento, sinto que é melhor ficar aqui bem assente no meu cantinho, tentando livrar-me do que me espartilha.

PENSAMENTOS PANDÉMICOS AO PEQUENO-ALMOÇO

O panda mia. É-lhe imediata, oficial e irreversivelmente diagnosticada gripÁ.

quinta-feira, 3 de Dezembro de 2009

I ♥ ARMANDO VARA

Armando Vara irá pagar os 25.000 Euros de caução em luvas que adquiriu no Freeport de Alcochete. Tem umas em forma de robalo, outras que dizem I ♥ Futebol Clube de Esmoriz, outras ainda que dá para ocultar imensos gadgets. Priceless!

SEI QUE ESTOU A FICAR VELHA QUANDO...

ao olhar para esta publicidade sei quem são as Doces & não sei quem são os Gostosos.

quarta-feira, 2 de Dezembro de 2009

CAL & NADAS {20}

Será que alguém alfabetizado e no seu perfeito juízo, depois de receber o email infra:



abrirá o link que diz: Comprovante...???!!!!

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terça-feira, 1 de Dezembro de 2009

75º ANIVERSÁRIO DE "MENSAGEM", DE FERNANDO PESSOA

fpmensagem

Adoro Fernando Pessoa em toda a sua pessoa.
Adoro, especialmente, o seu livro "Mensagem".
Não poderia deixar passar em  brancas nuvens o jubileu da publicação deste diamante.
Esta é a única obra de Pessoa publicada em vida.
Aliás foi, praticamente, o que hoje se designa por "edição de autor". Foi Pessoa que organizou, foi Pessoa que publicou.
Em carta, de 1935, a Adolfo Casais Monteiro, escreve: "Concordo absolutamente consigo em que não foi feliz a estreia, que de mim mesmo fiz, com um livro da Natureza da Mensagem.  Sou, de facto, um nacionalista místico, um sebastianista racional.  Mas sou, à parte isso, e até em contradição com isso, muitas outras coisas.  E essas coisas, pela mesma natureza do livro, a Mensagem não as inclui."
Mais à frente nessa carta adianta que o aparecimento do livro coincide "com um dos momentos crítcos (no sentido original da palavra) da remodelação do subconsciente nacional".
Mensagem é um épico do século XX, rivalizando com outro épico clássico, "Os Lusíadas", de Luís de Camões.


A Europa jaz, posta nos cotovelos:
De Oriente a Ocidente jaz, fitando,
E toldam-lhe românticos cabelos
Olhos gregos, lembrando.

O cotovelo esquerdo é recusado:
O direito é em ângulo disposto.
Aquele dis Itália onde é pousado;
Este diz Inglaterra onde, afastado,
A mão sustenta, em que se apoia o rosto.

Fita, com olhar esfíngico e fatal,
O Ocidente, futuro do passado.

O rosto com que fita é Portugal.

O livro era para ter sido chamado "PORTUGAL", em boa hora se chamou MENSAGEM, um Hino de Esperança nesta Pátria que, precisamente, hoje comemora aniversário da Restauração da sua Independência.

FATHER CHRISTMAS


segunda-feira, 30 de Novembro de 2009

MOMENTOS PERFEITOS ♥♥♥♥


domingo, 29 de Novembro de 2009

EU TAMBÉM FUI À FESTA DO OBAMA

socigi2 socigi sociagi3socigi4

E tudo o que consegui foram estas míseras fotos.

sábado, 28 de Novembro de 2009

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SO(R)RISO


sexta-feira, 27 de Novembro de 2009

QUEIXUMES BRANDOS *

Mote
"Sendo nada, eu dei-te tudo,
E tu só me deste nada"
Hipólito Rodrigues

Glosa
Um sussurro meigo, manso,
Faz-se ouvir (o sol já cai).
Páro, escuto; e o que alcanço?...
Geme alguém e solta um ai!
E ouço mais: E tu 'stás mudo?!
Sendo nada, eu dei-te tudo..."

"Eu não era", diz-me a voz,
"Fez-me Deus e fez-me linda.
E assim me acho ainda hoje, a sós,
Sempre imersa em dor infinda!
E tu", -já mais abafada,_
"E tu só me deste nada..."

Era a voz da minha Goa,

Goa amada a lamentar...
E eis que aos meus ouvidos soa
Essa voz que com triste ar
Ainda me diz a miudo:
"Sendo nada, eu dei-te tudo".

Tal censura, eu a mereço,
Que o devido não lhe dei:
Tenho tudo, e... ainda me esqueço
De cumprir a eterna lei! (1)
Ainda, pois, a terra amada:
"E tu só me deste nada"!

(1) A lei da gratidão e amor

*Escrito pelo meu pai, Mapuçá 20 de Outubro de 1951, aos 21 anos


IN MEMORIAM


Lágrimas
Preciso tanto
de ti
e tantas vezes
te chamo,
mas não é
suficiente
a força com
que te amo.
Amei-te imenso
na vida
e agora,
num lugar
frio,
um coração
magoado
chora num
espaço vazio.
E se uma
estrada de
lágrimas
longe pudesse
chegar,
tudo largava
na terra
ao céu te
iria buscar.
@Pam

quinta-feira, 26 de Novembro de 2009

TIGRE DE BENGALA

tigredebengala

Cartão de Visita de Paquete de Oliveira, São Tomé e Príncipe, Carolina do Norte/Carolina do Sul, Cabo Verde , Bora Bora, Cuba, Burkina Faso, Cartão de Visita de Clara Pinto Correia, Quarteto de cordas, Juntas Médicas, Cartão de Visita de Kofi Annan, Keywords/Palavras-Chave(s), Estilo, O Gato das Botas, Ilhas de Reunião , Parónimas, Gato PersaBic(la) do Sapato, Banco de esperma, Marylin, Homófonas, Filho Varão, Pastor Alemão, , Príncipe de Gales, Cartão de visita de Ali Alatas, Pedaço de mau caminho, Bacalhau com todos, Cartão de Cidadão, Limpar a imagem, Torcicolo, Macedónia, Coração de pedra, Porco preto, A mulher com o maior físico do mundo, Pêssego Careca, Cabeça-de-lista, Screensaver, Mamaracho, Salto à vara

PENSAMENTO DE MR. DARCY AO DEITAR-SE

O homem é como o vento, não se agarra mas sente-se.

quarta-feira, 25 de Novembro de 2009

O PERU E A PERUA (DE NATAL)


PENSAMENTOS PRÉ-NATAIS AO PEQUENO-ALMOÇO

Falta, exactamente, um mês para a Maria dar à luz; isto, claro, se não resolver vácinar-se contra a H1N1 e o feto ir com os porcos. Era coisa para Portugal inteiro ficar sem  afe(c)to, ou seja, sem Subsídio de Natal, e isso é coisa que não queremos, pois não?

PARA [a] SI



Parabéns a VoSi ,
nesta data querida
muitas feliSIdades
muitos anos de vida.

Feito por mim. Espero que goste.

terça-feira, 24 de Novembro de 2009

UPSTAIRS, DOWNSTAIRS ...ARE GREAT MINDS ALIKE?



Lady Catherine Ashton

Lord Ashton Kutcher

Fealdade é nome ... Beleza é apelido.
A beleza da mente não tem quota!

SEM COMENTÁRIOS [MEUS] #5 - O GRITO


O Grito, Edvard Munch, 1893.

"Gritei durante 23 anos mas ninguém me ouvia"
Um erro de diagnóstico dos médicos fez um belga passar 23 anos preso a uma cama, já que se pensava que estava em coma. Rom Houben escutava e ouvia tudo à sua volta, mas não conseguia comunicar.
Quando tinha 23 anos, o antigo estudante de engenharia sofreu um acidente rodoviário que o deixou completamente paralisado. Só há poucos meses é que foi provado, através de exames com aparelhos de tomografia, que o cérebro funcionava de maneira normal.
Após várias sessões de fisioterapia, Houben, agora com 46 anos, começou a conseguir digitar mensagens num ecrã de computador. “Todo este tempo tentava gritar, mas não havia nada para as pessoas escutarem", afirmou após 23 anos sem conseguir comunicar com as pessoas. “Frustração é uma palavra muito pequena para descrever o que eu senti”.
O erro foi detectado pelo neurologista Steven Laurey, que acredita que existam muitos casos similares ao de Houben no resto do mundo. O médico acredita que este caso pode ser determinante para que seja dada uma abordagem diferente aos casos de pessoas com paralisias, já que podem não estar completamente inconscientes.
Laurey disse ao "Daily Telegraph" que “só na Alemanha, por ano, cerca de 100 mil pessoas sofrem graves lesões cerebrais traumáticas.” Desse total, cerca de 20 mil ficam em estado de coma durante três ou mais semanas, dos quais alguns acabam por morrer e outros recuperam. "E estima-se que entre 3 mil e 5 mil pessoas permanecem numa fase intermédia: continuam vivos sem nunca voltar."


.......................
Munch descreveu assim a experiência que o levou a pintar a sua obra-prima: «Caminhava eu com dois amigos pela estrada, então o sol pôs-se; de repente, o céu tornou-se vermelho como o sangue. Parei, apoiei-me no muro, inexplicavelmente cansado. Línguas de fogo e sangue estendiam-se sobre o fiorde preto-azulado. Os meus amigos continuaram a andar, enquanto eu ficava para trás tremendo de medo e senti o grito enorme, infinito, da natureza.»