quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

NÃO HÁ PEQUENOS-ALMOÇOS GRÁTIS

Pois se João César das Neves se cansou de apregoar que não havia almoços grátis e ninguém lhe ligou nenhuma, informo agora que a crise é tanta, mas tanta, que nem pequenos-almoços grátis quase existem.
Desde o princípio do ano, verifico que nas estações de comboio eles são tão poucos, mas tão poucos que quase nem se DESTAKam.
Nas estações de metro, METRO, nem vê-lo!
O GLOBAL, passou a pontificar localmente, não sei onde.
O SEXTA, é público, que deve ter abalado de fim-de-semana prolongado.
E o MEIA-HORA, minha gente, fez um fuso na hora e ofereceu-o a Chávez. Há bem mais de meia-hora que o não vejo.

8 comentários:

  1. O METRO, dizem, foi à falência.

    O pequeno-almoço cá em casa é e sempre foi proletário: leite, café e pão com manteiga... mas tudo posto numa mesa 'chic' obviamente!


    I'm Back! :)

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  2. Por acaso nunca percebi muito bem a história da sobrevivência dos jornais gratuitos, tendo em conta que a publicidade inserida não dá certamente para pagar o número de edições que publicam, onde se inclui o papel, a gráfica, a paginação, o pessoal que reúne os conteúdos, mais o pessoal que o distribui, mais toda a parafernália de caixas ambulantes, bandeiras e outros sistemas de promoção directa...
    Mas isto sou eu a pensar, claro...

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  3. Tenho sentido falta, achava que era só o menino que costuma estar no cruzamento da Cruz Quebrada que fugia da chuva, mas de facto tenho tido muito menos jornais na salamandra!

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  4. Deixaram de existir???
    Olha que tá mal feito!

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  5. Os gratuitos eram um negócio chorudo em tempos de vacas gordas, graças à publicidade. Muitos anunciantes perceberam que afinal o retorno do investimento não era assim tão compensador quanto pensavam.
    Com a crise instalada, os investimentos em publicidade diminuíram drasticamente.
    O Sexta foi o primeiro a desaparecer, no início do ano.
    O Metro talvez se aguente ( ou renasça, melhor dizendo)por se tratar de uma marca Internacional.
    O Global reduziu a sua tiragem e está em convulsão
    Quanto ao Destak e ao Meia Hora, não sei de nada.
    Era previsível que, mesmo em tempo de euforia económica, a´sobrevivência de alguns gratuitos ( nomeadamente Destak, Meia Hora e Sexta) seria uma questão de tempo. Nem com estagiários a ganharem à hora era possível aguentar tanto títulko, num mercado exíguo como o português.
    Nada disto é novidade... previ este epílogo há um ano, num artigo publicado no site do Clube de Jornalistas.

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  6. Por um lado é bom para o ambiente... que por serem gratuitos muitos os largavam por aí!!!
    Mas bolas!!! Agora onde vou ler o horoscopo?! Looooool

    bjcaaaaaaa

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  7. que esperavas? até é preciso pagar para ter VISÃO

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