Nunca ouviram a expressão "o barato sai caro"?As pessoas insistem em não perceber!Não percebem os médicos que juraram por um Hipócrates que salvariam vidas a todo o custo.
Não percebem que se tomarem os remédios não genéricos que os médicos prescrevem, os remédios designados de MARCA, que as pessoas morrem saudáveis, bolas?
Aliás vão ao médico uma vez e nunca mais lá voltam, ou porque ficam sem dinheiro para lá voltarem, ou porque ficam tão saudáveis que só voltam quando tiverem uma doença genericamente diferente, ou então porque foram dali directamente para o hospital porque algum farmacêutico resolveu trocar um remédio de marca por um genérico para ver se a pessoa lá volta mais vezes.
Falemos então no genérico.
Os médicos prescrevem remédios de marca porque o aciclovir, o ácido acetilsalicílico, o paracetamol de berço são muito diferentes. Tão diferentes, tão diferentes, que só os médicos, para bem dos seus pacientes, é que os podem receitar.
Os médicos estão ali para salvar vidas e para, genericamente, evitar que as pessoas vão parar ao hospital onde, aí sim, se utilizam genéricos, porque há que tratar da saúde aos impacientes que isto não está mesmo a dar.
Os farmacêuticos trocam os medicamentos de marca por genéricos porque quanto mais pessoas adoecerem ou não melhorarem, mais eles lucram. Verdade! Mais vale muitos remédios vendidos a menor preço do que um medicamento de marca mais caro e vendido uma única vez ... porque as pessoas ficam tão saudáveis, tão saudáveis que nunca mais lá voltam para comprar outra embalagem.
Quanto a mim, podem confiar, o melhor é não precisarmos de medicamentos.
É que vem o Presidente do INFARMED e diz: Pode confiar!
Vem a Bastonária da Ordem dos Farmacêuticos e diz: Pode confiar!
Vem o Bastonário da Ordem dos Médicos e diz: Pode Confiar!
E eu, em termos genéricos, e porque tenho assim esta doença maníaca : desconfio.
Desconfio quando leio que os medicamentos genéricos são obrigatoriamente mais baratos do que o medicamento de marca que introduziu a nova molécula terapêutica, porque recorrem a moléculas cuja patente de descoberta científica expirou. Ou seja, prescreveu. E não foi o médico.
Salta-me a molécula!
Está tudo doido e a precisar de ser internado sem direito a medicamentos.