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sexta-feira, 3 de julho de 2009

GILEMAS E RECORRÊNCIAS

Não sei se acabe com o blogue [onde qualquer dia até já barbas tenho] e me vire para o Facebook [onde continuo imberbe] ou se continue com o blogue [que hoje já começo a questionar] e largue o Facebook [antes que comece a sentir o mesmo que já sinto no blogue]. De qualquer maneira e em materia de socialização [comigo e em relação a mim] o resultado é quase idêntico. Praticamente nulo. O Facebook ainda me faz uma grande confusão. Uma vez que só adicionamos quem queremos e quem nos quer adicionar, ao termos o Facebook ligado estamos a cuscar e a ser cuscados em tempo real como se estivéssemos num peep show, numa montra de algum red light district. No Facebook tenho 96 amigos quando amigos na vida real são cerca de meia dúzia e não tem tendência a aumentar. Familiares realmente meus amigos não ultrapassam a dúzia. Conhecidos na vida real tenho bem mais de 96 e alguns fazem parte dos 96 amigos que tenho no Facebook.
No blogue as amizades que fiz não chegam aos dedos de uma mão. E é claro que as conheci pessoalmente. Senão nunca passariam do patamar de comentadores e, ao conhecê-los, de conhecidos que me comentam.
Houve uma dessas pessoas que conheci pessoalmente a quem considerei amiga. Mas, pelos vistos, não era recíproco. E eu desiludi-me imenso, uma vez que nunca me tinha enganado com pessoas que conheci na vida real.
A partir do momento que me desiludi nunca mais consegui interagir com as pessoas nos blogues com a mesma abertura com que as pessoas na vida real me conhecem.
As premissas com que conhecemos as pessoas em blogues estão invertidas em relação às da vida real. Quem nos comenta [e não estou a falar de anónimos que esses não existem na nossa vida real] é porque gosta do que escrevemos; na vida real há pessoas que sabem que tenho um blogue, até me acham piada, mas vir ao blogue nikles e outros só cá vêm de vez em quando ... nem me comentam. Mas gostam de mim.
Nos blogues ficam cheios de pena com as nossas dores, irritam-se com as irritações que nos são inflingidas, etc., etc... dão (quase) a vida por causas que não são próprias Há pessoas que, na vida real, bem junto a elas têm dores parecidas com as minhas e irritações iguais, causas ... nem lhes ligam ou então são elas próprias a provocar essas dores e essas irritações e não darem para esse peditório. Nos blogues somos todos uns santos, sem defeitos, sem pecados. Os blogues são verdadeiros peacemakers. Na vida real andamos a pacemakers e em guerra constante nem que seja com a vida.
Não sei se bata com a porta, se feche as janelas, se quê. As férias aí virão proximamente e logo verei!
E nem sei porque me pus a escrever estas coisas porque, inicialmente, este post com o título que vão ler era só para (con)ter o que está escrito a negrito.
O título mais indicado deveria ser "Ao correr das teclas", mas não me apetece ir lá acima emendar.
(En)fim ... [demorei quase uma hora nisto, pois são quase 16H!]

quinta-feira, 30 de abril de 2009

IMISCUIDADES

Se há um imposto que me irrita mais do que todos os outros é o IMI (Imposto Municipal sobre Imóveis).
Acho que se IMIscui na minha vida; considero-o um verdadeiro parasita.
Se ao IRS ainda dou o desconto e tento convencer-me que, pronto, serve para ajudar o Estado a ajudar outros ... ponto final ... hoje não é sobre este imposto que quero falar, já o IMI acho que é um verdadeiro atentado ao património de cada um.
Compro a casa com o meu dinheiro ou com o dinheiro que o Banco me empresta e eu estou a pagar ao Banco.
Pago as tarifas de esgoto e saneamento, porque carga de água bem nojenta por sinal, tenho que pagar um imposto sobre o meu património à Câmara?
Ainda se o dinheiro de cada património fosse para uma conta-poupança desse património para que, quando o nosso património estivesse doente e precisasse de ser tratado, ele aparecesse, como se fosse um PPR do nosso património, eu ainda percebia.
Agora que este imposto não sirva para nada a não ser para dar à Câmara o que não é, de todo, da Câmara considero uma perfeita IMIscuidade, um roubo à mão desarmada. Pronto!
Alturas houve que nem estradas como deve ser, nem autocarros, nada tinha junto a minha casa. E ela estava comprada.
A partir de uma certa altura embelezaram a zona, aquilo tornou-se mais in que a Lili Caneças quando está out e vai daí, pimba, que agora pagas mais IMI.
E eu pago, claro! Um IMI tão grande, tão grande, que vem em duas tranches.
O mais que posso fazer é pagar no último dia. E hoje foi esse dia, dass!

sexta-feira, 30 de maio de 2008

EU NÃO VOU AO ROCK IN RIO...

... mas vou levar com quem lá vai ... já daqui a bocado ... no metro!
Pois, é que a minha estação é a estação next door.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

MENINA E MOÇA...FUI DESTE PAÍS!

Quando eu era menina e moça, bem mocinha, andei num Colégio de Freiras.
Já nesse tempo havia empatias, simpatias e antipatias entre alunos e professores.
Nunca me lembro de ter havido processos por difamação movidos pelos professores aos alunos e vice-versa ... se calhar porque toda a gente lidava bem com a fama.
Ainda me lembro do hino que nós, as alunas do tal colégio de freiras cantávamos, com a música do Hino Nacional (exactamente!), e nunca caiu nem o Carmo, nem a Trindade.

HINO DO COLÉGIO
Herois do Mar
Nozes podres, maça reineita
uva Ferral
Levantar tarde da cama
é o nosso lema ideal
Entre as bruxas do colégio
a Morcego é o camaféu
que nos anda sempre a chatear
e o que nos quer
é chumbar
Socorro, Socorro,
o colégio está a arder
Socorro, Socorro
cabular até morrer
contra os portões
batatas e feijões.
Como este hino, fazíamos tantas ou mais diabruras que a juventude de hoje e até houve momentos a seguir ao 25 de Abril de 1974 de verdadeiros abusos.

Mas nunca se assistiu ao desrespeito total pela própria classe, pela própria consciência , pelo sentido de hierarquia, pelas responsabilidades acrescidas que SER ADULTO acarreta ... como hoje!

Mas, no tempo da Outra Senhora é que estávamos completamente privados de liberdade, diz-se!

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

PROVÉRBIO ACTUALIZADO ...

Enquanto há vida, há esperança!

Olhando à minha volta e falando com um amigo à bocadinho, parece-me que o contrário é que é verdadeiro, pelo menos por cá!
ENQUANTO HÁ ESPERANÇA ... HÁ VIDA!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

SERÁ...

... que existe gente por aí?
É que por aqui só existe a minha companhia e não me estou a dar nada bem com ela ...

domingo, 3 de fevereiro de 2008

CHAMEM-ME SNOB, ELITISTA, XENÓFOBA, O QUE VOCÊS QUISEREM...

... mas eu dei o benefício da dúvida, um mês seguido!
... eu tentei, a sério que tentei, gostar!
... eu só ia lá, porque pensava, da próxima vez vai ser melhor!
mas, BASTA, BASTA!
... de não levar aquilo que quero!
... de não gostar daquilo que levo ... porque talvez seja igual (e é sempre bem pior)!
... de não achar que vale sempre a pena ir ...
ao CONTINENTE!
Além disso, desde que o CONTINENTE se instalou no Oeiras Parque trouxe com ele uma fauna de que tenho nojo e medo (só tinha medo e nojo de cobras ... mas nem eu ia até elas, nem elas vinham até mim)!
Agora vejo casais em fatos de treino de poliester: ele com carteira-a-tiracolo-à-condutor-da-Carris, ela, sempre atrás, carregando os sacos das compras e também um largo e farfalhudo buço; alguns casais deslocam-se, igualmente, acompanhados de nojentas criancinhas e aparvalhados progenitores.
Mas como sou eu que estou mal, vou mudar, a bem do meu snobismo, elitismo e xenofobismo que muito prezo!

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

O MAL DE PERDERMOS O METROPOLITANO NOS TEMPOS QUE CORREM...

... é o de termos que ouvir, no mínimo, 3 minutos de "fiuuuuu, fiuuuu" patrocinados pela Trolha-Sagres ... porque não há milagres!
Olha lá, oh Sagres, como os assobios são dirigidos, indiferenciadamente, aos utentes do metro: mulheres, homens, metrossexuais e outros que tais, pois que estão no bom caminho para serem considerados ... uma tara perdida!

domingo, 23 de dezembro de 2007

É POR ESTAS E POR OUTRAS ...

que eu, cada vez mais, abomino passar o tempo na cozinha ... a cozinhar. (Ainda por cima não ganho nada com isso, só gasto!)
Estou lá mais de duas horas a cozinhar, para 3 "alarves" comerem tudo e dizerem:

ESTAVA BOM!
Pois não me venham dizer que é bom ter feito a família feliz.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

AH!

tinha-me esquecido!
com o Cartão Maestro, podem, igualmente, cortar os pulsos, quando virem que não têm dinheiro na conta!

PENSAMENTOS METROPOLITANOS

No fundo, bem no fundo, lá bem no subterrâneo, deve haver uma razão, profunda, muito profunda, para as pessoas se sentarem no metropolitano quando vão sair na próxima estação e se manterem sentados até ao último, mesmo até ao último instante, e a seguir, pois e a seguir, empurram todos os que estão de pé, exactamente, de pé, e que podiam estar sentados, exactamente, sentados, porque não vão sair, não, não vão sair, naquela estação!
No fundo, bem no fundo, deve haver uma explicação ... mas eu não consigo lá chegar!

sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

TENHO CÁ PARA MIM....

Que esta Cimeira UE/África é uma cimeira para:

se armar a tenda ... pintar a manta ... dourar a pílula.
Não me parece que seja para pôr os pontos nos is e traçar os tês!


What says you?



segunda-feira, 26 de novembro de 2007

ECOS DO FIM DE SEMANA (3) - OU DE COMO EU DEVO VER TUDO AO CONTRÁRIO!

Vou sempre às compras ao Carrefour do Oeiras Parque, porque este Centro Comercial fica mesmo coladinho à minha casa.
O Carrefour tem dois cartões: o CARTÃO FAMÍLIA, que serve para acumular descontos, e o CARTÃO CARREFOUR, que é o cartão de crédito desta cadeia de hipermercados.
No Carrefour existe uma caixa exclusiva para pessoas portadoras de CARTÃO CARREFOUR, digamos que é a VIA VERDE do hipermercado!
Nesta caixa está lá a indicação que o dito Cartão deve ser mostrado ao(à) Operador(a) e o(a) Operador(a) da Caixa tem instruções para perguntar e pedir ao Cliente para MOSTRAR o referido Cartão, ANTES DESTE COMEÇAR A DESCARREGAR O QUE PRETENDE COMPRAR!
Tudo percebido até agora?
Estava eu a ser atendida e várias pessoas, uma vez que esta caixa é uma caixa sem filas, aproximavam-se para aí depositarem a mercadoria a ser comprada; invariavelmente a Operadora perguntava: Tem Cartão Carrefour? Não se importa de me mostrar?
Umas pessoas não tinham e iam para outras caixas, outras pessoas tinham e mostravam sem problemas!
Até que chegou uma Senhora Dona Lady cheia de compras e com uma criancinha de tenra idade ao lado.
A Operadora perguntou ... isso mesmo!!!!
A Senhora Dona Lady (SDL)responde: Tenho, mas deixe-me descarregar as compras que já lhe mostro!
A Operadora (OP) respondeu: Se não tiver, vai ter que retirar as compras!
SDL: Está a duvidar de mim? Se eu digo que tenho é porque tenho!
OP: (Enquanto me atendia): Não, minha senhora, mas eu não adivinho e há pessoas que pensam que o CARTÃO FAMÍLIA é o CARTÃO CARREFOUR!
SDL: Parece impossível! A duvidar de mim!
É o que eu digo: Para quê simplificar, quando complicando também se consegue: irritar-se a ela e a toda a gente, não descarregar as compras, acabar por mostrar o dito cartão, e a criancinha ficou com um belo exemplo!
Já estou a imaginar a SDL num comboio:
Sr. Revisor: Não se importa de me mostrar o seu Título de Transporte, se faz favor?
Senhora Dona Lady: Desculpe lá mas eu estou aqui a ler este livrinho, eu vou até ao Cais do Sodré, no fim da viagem venha ter comigo que eu mostro-lhe o Título de Transporte ....!!!!!
Pois, eu sei que faço grandes filmes, mas é que, realmente, devo ver mesmo tudo ao contrário!

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

TENHO CÁ PARA MIM....

Que o Rei Juan Carlos de Espanha fez mais pela implementação do seu idioma em Portugal, do que se poderia, alguma vez, imaginar!
Umpff!

É que veio mesmo a callar! (leia-se calhar em bom português!)

OH ASAE ....2

B A S A!
Trocássemos o E pelo B e virássemos V.Exªs. do avesso e era o que eu diria a V.Exªs.
Mas não, não digo, que ainda me vêm fechar a boca tanta a porcaria que lhe apetece vomitar!
Já estou como o Sr. Economista João César das Neves:
Que tal irem inspeccionar as prisões?
Depois tinham que as fechar por má qualidade no serviço ... e deixavam de ter locais para pôr os condenados das inspecções que fizeram anteriormente!
Isto aqui não é a Nova Zelândia, é Portugal!
E eu gosto de ginginha, de castanhas assadas embrulhadas em páginas amarelas em vez de papel da VODAFONE, gosto das bolas-de-berlim nas praias, gosto do azeite e do vinagre naqueles galheteiros que nunca se lavavam, gosto das bifanas com molho de 6 meses, caraças!
E ainda estou viva!
E não é graças a V.Exªs.
ASAE - Porque não vos IDES?

terça-feira, 20 de novembro de 2007

AVISO


NÃO SEI SE ESTOU


HIBERNADA!

DESMAIADA!


FUZILADA!

Fotos tiradas em 1998, premonitoriamente, já a pensar que me ia meter num 31, num dos intervalos das idas à EXPO!

Rolo não sei se de 12, 24, mas muito provavelmente de 36 fotografias!

quarta-feira, 7 de novembro de 2007

HÁ POR AÍ

indivíduos que acham que abrir as pernas (nos transporte públicos) é de MACHO.
E eu que achava que abrir as pernas (em locais que não são para aqui chamados) era de FÊMEA.

Acho que os CREED em vez de "WITH ARMS WIDE OPEN", deviam ter cantado "WITH LEGS WIDE OPEN", mas se calhar no país deles esta maneira de estar não se pratica.

Creed! Credo, quero dizer, muito eufemisticamente ... porque o que eu queria MESMO, MESMO, dizer era:

Isso mesmo, como vocês me compreendem! (Suspiros)

terça-feira, 6 de novembro de 2007

terça-feira, 30 de outubro de 2007

AOS SENHORES QUE ACENDEM OS CANDEEIROS DE RUA

Têm se esquecido de ir ao bairro onde moro acender as lanterninhas, faz hoje uma semana!
Se é algum treinamento para o "Halloween", os moradores do bairro já perceberam a ideia;
Acendam lá hoje as candeias, pode ser?
Não vá eu ficar de candeias às avessas com V.Exªs.
Uma semana?????!!!!!!!

NOTAS DO PÉ-PARA-A-MÃO:
A Calamity Jane ao pé de mim, vai parecer uma menina de coro

segunda-feira, 29 de outubro de 2007

AQUELAS COISAS VAZIAS QUE ME ENFURECEM

- Embalagens de comida vazias, no frigorifico e/ou na despensa

- A caixa de CD ... sem o dito

- Os frascos de champô e de perfume

- O porta papel-higiénico

- O porta-moedas

- A cabeça do outro