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quinta-feira, 11 de março de 2010

DIÁLOGOS

- Mas tu és mesmo Vegan?
- Sou.
- Não comes ovos?
- Eu? Achas que comia menstruação de galinha?

quarta-feira, 3 de junho de 2009

DIÁLOGOS

- Já viste aquela nova cena?
- Qual cena?
- Aquela coisa de andarem por aí a saltar obstáculos só com o corpo? É baril o batecu.
- Não é batecu é parkour.
- Ou isso.
- De certeza que há muito batecu, lá isso é verdade.


segunda-feira, 27 de abril de 2009

DIÁLOGOS

- Cê gossta dji sicones?
- Gosto; mas gosto mais de cilindros.


E assim se põe as pessoas a rir; com coisas simples e parvas como esta. Tenham uma boa e curta semana de longo fim-de-semana.

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

DIÁLOGOS

- Já reparaste que tu estás sempre a dizer que me estás a ouvir?
- Ainda bem que notas.
- Olha, pois é pena! Preferia que me escutasses.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

SER MÃE DE UM FILHO UNIVERSITÁRIO É...

... ter diálogos tão elevados quanto este:

- Tiago, acorda.
- Uhmmm?
- Acorda. Vais à Universidade, não vais?
- Não.
- Não tens aulas hoje?
- Uhmmm? Não!

Momento de ginástica maternal de inspiração/expiração

- Tiago.
- Uhmmm!
- Hoje é quinta-feira. Não vais à Universidade?
- Já te disse que sim!

Existe algum despertador com paciência de mãe?

terça-feira, 18 de novembro de 2008

DIÁLOGOS

- O que é que se passa contigo, Maria Gi?
- Nada!
- Já não postas? Não há posts teus no Google Reader!
-Já experimentaste ir ao blogue?
- Ããã?!!!!
- Pois. Se já experimentaste vir ao meu blogue?
- Para quê?
- Para leres os meus posts!
- Mas porque é que não aparecem no Google Reader?
- Porque estava cheia de fome e comi os feeds.
(...)

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

RECORDAÇÕES DO MEU BAÚ

Os meus filhos sempre adoraram tomar xaropes. Eram um bom remédio para todos os males.
Nunca se esqueciam do xarope e, sobretudo, nunca me deixavam esquecer.
Esta cena que vos vou contar passou-se com o meu filho Rodrigo, tinha ele por volta de uns 5-6 anos, não posso precisar.
Como sempre, eles lembram-se de tudo e mais alguma coisa quando nós estamos com a mão na massa (sendo que aqui se deve ler na cozinha e não na banca), mas também, muito raramente, e em idades tenras como as deles, o lugar das mães é outro senão ali.
Bem, voltando à vaca fria (nada de pensamentos muito elaborados sobre isto, pode ser?), o Rodrigo chega-se ao pé de mim com um frasco de xarope na mão e diz:

- Mãe, está na hora de tomar o remédio.
- Rodrigo espera só mais um bocadinho, a Mãe agora não pode.
- Mas eu sei tomar o remédio sozinho. Posso, Mãe?
- Uhmmm, rumino eu, sem lhe dar grande importância.

Momentos volvidos e algumas asneiradas de permeio, diz ele:

- Não consigo tirar a tampa, Mãe!
- É que o remédio está feito para as crianças não abrirem.
- E como é que ele sabe que eu sou criança?

E rir foi o melhor remédio!

terça-feira, 4 de novembro de 2008

DIÁLOGOS

Ela - Sou movida a energia solar
e TU és um dos meus Sóis
em torno do qual gravito
e saro os meus "dói-dóis".

Ele - É uma declaração de amor muito bonita e eloquente
Embora eu não me mova com energia não poluente
Também te amo (de forma ardente)
Embora tu (por vezes) possas pensar diferente.

Ela - Lindo, simplesmente,
tão simples que até comove
esta Lua que se move
em torno de um SOL ardente.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

DIÁLOGOS

- Nunca mais te encontrei por aqui; mudaste de caminho?
- Não, tenho feito sempre este caminho.
- Estranho! Algum desvio deves ter feito...
- Não; apenas o palmilho de forma diferente.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

E QUANDO UMA PESSOA JÁ DORMIA À SOMBRA DO LOUREIRO CONQUISTADO...

Vem uma gaja, às 10:04 da madrugada, dar ares da sua graça e acordar-nos assim:

"Oh mulher, mas tu hoje não postas??? 'Tás doente ou quê? "
Eu queria 'tar quê, pá, mas tu não me deixas!

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

DIÁLOGOS

Cheguei agora mesmo dos CTT.
CTT quase vazios: uma pessoa a atender, outra a ser atendida, e outra à espera de o ser (eu).
Entra mais uma pessoa para atender.
Eu à espera de ser atendida.

Trrr, trrr, zumbe o atendedor de vez.

Eu - Boa Tarde.
Ele
Eu entrego-lhe as cartas.
Ele - 62 cêntimos.
Eu - Desejo factura, se faz favor.
Ele - CONTRIBUINTE (sim, falou mais alto)
Eu digo-lhe o NIF.
Ele dá-me o troco e a Factura.
Eu - Obrigada.
Ele
Eu - Sabe porque é que tem esse alto aí na cara?
Por acumulação de palavras por dizer.

Virei-lhe as costas.
É provável que tenha começado a esvaziar o alto, eu é que não fiquei para ver.

Note to self: Não só por este post, mas pelos 3 posts anteriores, lembrar-me que sexta-feira 3 é bem pior que sexta-feira 13.
Quando voltar aos CTT, e caso ele já não tenha alto, cobrar a consulta.
Lembrar-me que tpm numa sexta-feira 3 também não ajuda nada.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

NÃO ME LEVEM A MAL ...

Porque não é para ser levado, ok?
Ontem estávamos eu e os meus dois filhos na sala enquanto o pai fazia o jantar (esta parte podem levar a mal, pronto!)
Estávamos os três a ver o telejornal (esta parte também podem levar a mal, o que vos dará uma certa habituação.)
A ecrãs tantos eis que dão uma reportagem sobre os paraolímpicos portugueses, mais propriamente sobre os nadadores paraolímpicos portugueses e a sua preparação.
O meu filho mais novo vira-se muito rapidamente e diz:
- Oh Mãe aquela nadadora não é paraolímpica, onde é que ela é paraolímpica, não vejo!
Eu e o meu outro filho desatámos a rir porque percebemos o que ele quis dizer.
Ele, que gosta pouco que se riam dele, diz:
- Estão-se a rir de quê?
- De ti, respondemos em uníssono.
- Porquê?
- Então não estás a ver que a nadora é "paraolímpica" de um braço?
Só aí ele percebeu, mas não deu o braço a torcer, o meu olímpico filhote.
Espero que não tenham levado a mal.
Se levaram, paciência, consideram-me uma paraolímpica, pronto.

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

PEDICURADAS...

Hoje fui ao cabeleireiro para marcar "pés e mãos" .
Eis o diálogo:

- Boa tarde, queria marcar pés e mãos para sábado, se faz favor.
- Só marcamos pés; as mãos é por ordem de chegada.
- Mas as minhas mãos chegam à mesma hora dos pés!

O que a empregada do cabeleireiro se riu.

E pronto esta foi a minha BAD (Boa Acção do Dia) de hoje ... a de ontem, já esqueci.

terça-feira, 20 de maio de 2008

PROCURO URGENTEMENTE...

Aquecimento global para lhe pregar com um resfriado e lhe dar uma sova.
Dasss!

..............................

- Olá, está tão bronzeada!
- Pois; estive a semana passada de férias.
- Esteve nos trópicos?
- Sim; estive na Alemanha!
- Você é sempre a mesma; sempre com resposta na ponta da língua!
- E com bronzeado no corpo todo!

(Conversa passada ontem)

sexta-feira, 2 de maio de 2008

SOM QUE OUVI AO SAIR DO CIRQUE DU SOLEIL...

- Oh Vó aquela pita estava mesmo a cantar! (E era verdade.)

A "Vó" abanava a cabeça em negação (Eu nem queria acreditar no que via a "Vó" fazer)

- Oh Vó ela deitava som pela boca! (Eu nem queria acreditar que era verdade o som que estava a ouvir sair da boca da neta)





[Fico sempre sem saber o que dizer quando testemunho algo que me maravilha ... refiro-me ao QUIDAM, é claro!]

domingo, 6 de abril de 2008

DIÁLOGOS COM DEFINIÇÃO

Ele - O que é que vamos fazer ali?
Eu - Vamos comprar comida para mim.
Ele - Então é entrar e sair.
Eu - Boa definição para comer.

domingo, 30 de março de 2008

EU AINDA SOU DO TEMPO ...21

Em que não havia time sharing, inquéritos de rua, inquéritos por telefone, call centers.
Não, não é outra vez a Chep, não ... essa é mais aos dias úteis!
Sábados e Domingos, dias em que eu pensava que só os Serviços de Urgência hospitalares trabalhavam para bem da saúde do próximo, uma vez que a maioria dos Centros de Saúde estão fechados, eis que me enganei pois, de certeza absoluta, as pessoas tiveram que arranjar com que se ocupar aos sábados e aos domingos já que o Governo não lhes dava trabalho nesses dias e, se bem o pensaram, pior o fizeram inventando o : time sharing medicinal.

De que é que esta gaja está a falar, perguntarão vocês?!?! Só pode ser do adiantado da hora, concerteza!
Mas eu explico. Eu ainda sou do tempo em que se não me explica(rem)ssem tudo muito bem explicadinho, nada feito.

Drim, Drim! Drim, Drim! (Toca o telefone fixo)

- Estou sim?
- É a D. G******* ******* que fala?
(Muito ruído de fundo, o que me põe logo alerta)
- Sim.
- Aqui há uns tempos respondeu a um inquérito telefónico sobre a saúde em Portugal e tem direito a um rastreio cardio-vascular. Recebeu a nossa carta?
(Isto tudo assim de seguida ... se alguém lhe pusesse a mão na boca e lhe tapasse o nariz ... nem sei o bem que me teria feito!)
- Nem eu me lembro de ter respondido a um inquérito telefónico sobre saúde, e olhe que este telefone não toca assim tantas vezes, nem recebi nenhuma carta, não.
(Decidi que ia esticar esta conversa, pois time sharing em saúde nunca me tinha calhado.)
- Não mora no endereço ********************************************************************************?
(Eu sou, igualmente, do tempo em que os asteriscos serviam apenas para chamadas de atenção e separadores do mais giro que havia, mas não para camuflar letras e números)
- Moro.
- Os correios trabalham bem na sua zona?
(Estive a pontos de me atirar para o chão a rir ... mas não tinha espaço)
-Sim ... pelo menos recebo as contas para pagar sempre a tempo e horas. Quando é que me mandaram a tal carta?
- Err, pois; dê-me um minutinho para ver no computador.
(Esta pergunta, não devia estar no rol das perguntas que fazem neste tipo de time sharing, pelo que ela demorou um bocado mais de [muito] tempo a pensar na resposta)
- Foi em Janeiro, D. G******* *******
- Dia, se faz favor; para eu poder reclamar nos correios a carta que vocês mandaram com tanto carinho e eu não recebi;
- Não faz mal, D. G******* *******; eu vou-lhe dar a senha que estava na carta, é só a senhora trazer o BI e dizer o nº da senha e fará o rastreio na hora;
Pode vir hoje por volta das 18H00?
(Típico do time sharing, certo?)
- Não, não posso.
- Pode vir na 2ª feira;
- 2ª feira trabalho;
- Nós estamos abertos das 17h00 às 22h00.
(Decidi esticar a conversa para ouvir o desfecho.)
- E onde é que esse milagre fica?
- Em Oeiras, D. G******* *******
(Sim, que este pessoal sabe o nosso nome melhor que ninguém e nunca se esquece dele)
- Mais precisamente ....
(E ela lá me disse.)
- D. G******* *******, preciso de preencher uns dados seus.
(Estava mesmo à espera desta)
- Então mas o seu colega ou a sua colega que me fez o inquérito telefónico deve-me ter perguntado os dados todos, ou não?
- Não os tenho aqui no computador.
- Mas a minha morada, o meu nome, o meu telefone tinha! Estranho!
- A senhora que idade tem?
- 45
- Na sua profissão faz muito exercício físico?
- Não, profissionalmente, não faço.
- Qual é a sua profissão, D. G******* *******?
- Secretária.
- Secretária como? Secretária secretária ou secretária administrativa?
(Chão porque não me deste espaço para eu rebolar a rir?)
- Desculpe??????????????? A menos que me esteja a perguntar se sou uma secretária, do género mobiliário, o que me leva a aconselhá-la a ir fazer um rastreio neuro-vascular, as outras, basicamente, fazem o mesmo: secretariam.
- É casada, D.
(Aqui já sabem que ela diz o nome todo, ok?)
- Sim.
- Com quem?
- Com o meu marido.
- Não D. ( ); Nome do seu esposo.
- Desculpe mas não vou dizer. Aliás sou eu que vou fazer o tal de rastreio cardiovascular, não é?
(Ela, aparentemente, impertubável ... ou surda)
- Idade?
(Eu armada em parva)
- Já lhe disse; aconselho um rastreio aos ouvidos.
- Do seu marido.
- Não digo.
- Profissão.
- Vamos acabar com isto, minha senhora?
- D. ( ) a que horas é que pode vir na 2ª feira?
- Às 19h00.
- Não se importa de esperar um bocadinho para eu perguntar um coisa à Doutora rápida?
- Doutora Rápida?
(Não sei se ouviu; mas não respondeu)
[Bocadinho passado ...]
- D. G( ) vou passar à Senhora Doutora para carimbar.
- Para carimbar o telefonema?
- Sim.
- Ok, vou gostar de ver.
[A Doutora era ESPANHOLA, o que me encaracolou toda; foi o descabelo total.]
- A minha colaboradora já lhe disse do que se tratava, não es verdad?
- Sim.
[E , quis ela, repetir-me tudo outra vez, no seu espanhês.]
- Olhe, minha senhora, a sua colaboradora já me disse tudo o que a senhora quer voltar a repetir e eu estarei aí às 19h00 de 2ª feira.
- Tiene que venir a senhora e su marido.
- Só vou eu ou não vai ninguém, escolha!
- Não é uma questão de escolha: tiene que vir a senhora e su marido.
- Pois eu escolho que não vai ninguém; passe bem!

Vocês conheciam este tipo de time sharing?
Pois eu também já fui do tempo em que não o conhecia!


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